O governo belga condenou como ilegítima, incompreensível e inaceitável a decisão do DR ex-chefe de Estado, Joseph Kabila, de criar um movimento político-militar, especialmente nu ma região da RDC que já enfrenta uma alarmante crise de segurança. Para Bruxelas, o uso da violência como instrumento de acção política “não conduz à estabilidade, nem à paz, nem à democracia”, cita o jornal La Prospérité.
De acordo com o artigo, nu ma declaração oficial emitida na Quarta-feira, 21 de Outubro de 2026, Bruxelas procurou dissipar qualquer controvérsia em torno das suas relações com Kinshasa. Por intermédio do seu ministro das Relações Exteriores, Maxime Prévost, a Bélgica reafirmou o seu apoio à soberania congolesa e aos esforços de paz na RDC, condenando a criação da Frente para a Refundação da Nação (FRN).
“Em relação ao anúncio da criação da Frente para a Refundação da Nação, este é um desenvolvimento muito preocupante que condeno inequivocamente. Que Joseph Kabila, um antigo Chefe de Estado que ele próprio enfrentou os horrores das rebeliões armadas, escolha liderar um movimento político-militar que pretende tomar o poder pela força em vez de por meios democráticos é deplorável, incompreensível e inaceitável”, asseverou.
Para o governante belga, ninguém pode alegar agir no interesse do seu povo recorrendo à violência como instrumento de acção política e atacando as instituições do seu próprio país. Na declaração, a Bélgica reiterou o seu compromisso com os meios pacíficos de resolução de disputas políticas.
Enfatizou a necessidade de um diálogo nacional inclusivo, livre de considerações partidárias, para colocar a RDC num caminho genuíno rumo à paz, segurança e estabilidade Além disso, o ministro das Relações Exteriores belga encorajou Doha e Washington a fortalece rem os seus mecanismos para garantir a implementação efectiva dos processos sob sua mediação.








