A cultura de um povo pode ser apreciada de várias formas. Como é evidente, a gastronomia, pelas suas especificidades, não fica para trás. Ela tem a missão de preparar, apresentar e apreciar os alimentos. Por isso, a história e a cultura também se reflecte nos hábitos e costumes alimentares.
O conjunto de traços, características, crenças e valores traduz-se na identidade. Nesta ordem, para se manter a harmonia entre os povos no continente, várias actividades culturais e não só foram realizadas no Dia de África, data assinalada no dia 25 de Maio. Na cidade do Cairo, Egipto, em alusão ao dia, Angola participou numa feira local de gastronomia. Muitas representações diplomáticas fizeram-se presentes.
Na ocasião, o mufete, prato tradicional da Ilha de Luanda, despertou a atenção e o interesse de vários convidados. Aliás, uma exposição de arte e obras literárias de Agostinho Neto, Uanhenga Xitu e outros escritores espalharam o perfume de Angola.
Enquanto país, o Egipto está ligado à história de África e do mundo. As comemorações da data, instituída pela Organização de Unidade Africana (OUA) em 1963, hoje União Africana (UA), fizeram com que o Governo da terra dos faraós mantivesse cada vez mais a defesa do continente.


