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Pontual: Chegou 2026!

Jorge Fernandespor Jorge Fernandes
1 de Janeiro, 2026
Em Opinião

Estamos em 2026. Para alguns diriam, finalmente. Para outros, é mais um ano de desafios, de projecção, de conquistas, face ao ano desafiador que foi o de 2025, muito por conta das dificuldades, sobretudo ligadas ao foro financeiro, em que a maior parte da juventude aspira por um emprego.

Na mensagem passada, por ocasião da passagem de ano, do líder da JMPLA, Justino Capapinha, o que retive foi: “o novo ano exigirá foco, preparação e alto sentido de missão nas decisões do dia-a-dia”, tendo acrescentado que, para isso, a exigência será a de elevação de padrões, sendo mais exigentes connosco mesmos, e que faríamos melhor do que fora feito até ao momento.

Um novo ano começa, um novo começo para muitos, enquanto outros buscam dar continuidade aos projectos deixados para trás no ano anterior ou não concluídos. Para o cidadão angolano, a cada Janeiro, o momento é dedicado à reflexão. Parece que dedicamos mais tempo à reflexão quando não temos dinheiro, e este é um mês difícil para muitos.

Conselhos não faltaram sobre educação financeira, sobre atitudes menos consumistas, sobre boas práticas financeiras, sobre investimentos ou renda extra, etc. Os apertos sempre existirão, e o que cada um deve fazer é procurar aprender com os erros, aprender com a crise ou ver uma oportunidade de investimento/crescimento sempre que ela aparecer. Que este ano seja repleto de oportunidades disfarçadas de crise.

Apontar o dedo ao outro, culpabilizá-lo pelo teu insucesso, não te vai ajudar a crescer. Vitimizar-se, muito menos ainda. Potencializar-se, buscar o conhecimento, buscar aprender com quem faz melhor, perceber as outras realidades, ler ou fazer alguma formação são alguns dos passos que nos levam ao sucesso.

Tivemos de nos adaptar, tivemos de fazer cortes, pensámos em desistir, mas não perdemos a fé. Acreditamos em dias melhores, por isso conseguimos chegar a este novo começo (2026) com entusiasmo, com bases que nos levam a crer que este ano será melhor, que as coisas vão mudar e que o cidadão angolano terá prosperidade.

Mas não é só ter fé, como alguém cantou: “não adianta olhar para o céu, com muita fé e pouca luta”. Temos de trabalhar, temos de ir à luta, temos de nos esforçar, enquanto rezamos. Entretanto, estamos no ano novo. Tal como fiz menção, é um ano de desafios pessoais, sem descartar os profissionais.

Ambições e aspirações constam do leque das perspectivas, sendo certo que se augura o melhor de forma individual, para o bem das famílias a que cada um pertence.

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