Seis dias após a actuação da dupla Yuri da Cunha e Ary, o palco do Club S, no município de Belas, em Luanda, volta a ser movimentado neste sábado, 22, pelos músicos Koffi Olomidé, Cindy Le Cœur, DJ Glory, da República Democrática do Congo, e Puto Português, de Angola
Koffi Olomidé, durante a sua actuação fará uma incursão no tempo, interpretando temas de vários álbuns seus, dos quais se destacam, “Loi”, do disco com o mesmo nome, lançado em 1997, pela KP&P – Sonodisc, “Micko”, “Itinéraire”, “SOS”, “Mokuwa”, “Papito Charme”, “Phaseur”, “Airways”, “Motomolo”, “Vicky”, “Fontaine”, entre outros.
Rui Silva, gerente do espaço, realçou que neste concerto, que se espera ser memorável, o público poderá ouvir e vibrar também ao som do repertório antigo, com várias sonoridades, muitas delas nostálgicas, cantadas e dançadas não só por congoleses, mas também por angolanos. “Legende”, “Mama Ci”, “Effrakata”, “Babou”, “Suivez Le Guide”, “G.B. Gros Bébé”, “Mèdecin de Nuit”, “Washington’’, “Gilba”, “Logique”, “Rond Point”, “Urgence”, “Likombe”, “Prototype”, “Zaniha” e “Shopping”, são, entre outros temas, a serem agraciados ao público.
Ainda ao longo do concerto, os espectadores poderão vibrar ao som das músicas, “Droit de Véto”, “Retour Riva”, “Sens Inverse”, “Rafiki”, “Plus Jamais” e tantos outros, terminando com sucessos mais recentes. Para tornar a noite ainda mais atraente e animada, a cantora e dançarina congolesa, Cindy Le Cœur, juntar-se-á ao consagrado Koffi Olomidé e, num dueto mais participativo, procurarão exibir algumas surpresas trazidas para os fãs do cantor.
O concerto, com a duração de 2 horas, contará com a participação especial do músico anfitrião Puto Português e animação do também DJ congolês Glory.
Para a apreciação destes, mais de 200 pessoas são aguardadas no local, estando neste momento os ingressos quase esgotados, devido à demanda do público ávido em assistir ao grande show. Rui Silva, gerente do espaço, garantiu à nossa reportagem que estão criadas as condições para o grande show, devendo os interessados adquirir os seus ingressos no local habitual.
O responsável recordou que a demanda do público na compra dos bilhetes não está ser registada apenas por parte dos cidadãos congoleses, mas também dos angolanos.
“O Club S já atingiu um nível superior e, no quadro das suas acções, no domínio da cultura, tem dado oportunidade a muitos artistas, muitos deles esquecidos ou anónimos”, sublinhou.