Nossa Seguros BFA SB FIB BANCO BAI STANDARD-BANK
Ter, 6 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Empresas queixam-se de aumento de tarifas ferroviárias e consórcio considera “falso alarme”

Jornal Opaispor Jornal Opais
19 de Agosto, 2024
Em Economia

Empresários, no Corredor do Lobito, queixam-se da subida vertiginosa de preços na transportação de mercadorias de Benguela ao Moxico, via ferroviária. Alegam aumento de 380 mil kwanzas para 3 milhões. Entretanto, contactada, a Direcção Comercial da Lobito Atlantic railway-SA (LAr), consórcio que explora o Corredor, admite actualização de tarifas, mas diz serem falsas as alegações

São, maioritariamente, empresas dos ramos alimentares e construção civil que, nos últimos tempos, se dizem, impedidas de escoar parte considerável da produção para as províncias do leste, via ferroviária.

Empresários com quem este jornal privou, à margem da visita do secretário de Estado para a Indústria, consideraram inconcebível o cenário vigente, consubstanciado, essencialmente, na aplicação de uma outra tarifa por parte da Lobito Atlantic Railway-SA, o consórcio de três empresas que explora o Corredor do Lobito.

Os nossos entrevistados advertem, pois, para a necessidade de os cidadãos, sobretudo de províncias como Moxico e Lundas Norte e Sul, não vierem a pagar uma factura pesada por conta dessa decisão, daí, nesta perspectiva, terem apelado ao Estado, com o Ministério dos Transportes à cabeça, para negociar uma tabela que melhor corresponde às condições financeiras de empresas, uma vez que a situação económica actualmente vivida não se afigura assim tão convidativa.

Empresas como CIMENT FORT, CIMANGOLA e Carrinho vêm- se à nora com o estado de coisas, porque, como sublinha o empresário Ermos Cruz, director de fábrica da CIMANGOLA, não há bolso que aguente.

Até bem pouco tempo, a transportação de um contentor de mercadorias de 20 pés ficava a 380 mil kwanzas, porém, hoje, empresas obrigam-se a pagar 3 milhões, uma subida vista como exponencial por vários produtores que têm a linha férrea como a única alternativa através da qual se colocam produtos no leste do país, por afigurar-se impossível transportar por terra, por falta de ligação directa entre Benguela e Moxico.

O director da fábrica CIMANGOLA, Ermos Cruz, reclama que, para empresários como ele que se vêm a abraços com a escassez de matéria-prima, é como que uma «missão impossível» colocar o cimento na província do Moxico.

“Por conta disso, Moxico não recebe e nós temos muita pena. Não conseguimos chegar, porque não temos estrada”, salienta Cruz, que diz terem já colocado essa preocupação à LAR, na perspectiva de que haja uma inversão de quadro.

Ele avisa que, em virtude dessa subida, há uma manifesta tendência de escassear grande parte de produtos no leste do país e pensa não ser justo, porque o consumidor final não deve pagar aquilo a que chama de «factura pesada», porquanto “eles são nossos irmãos.

Nós temos a fábrica também não compreendemos, mas acreditamos que as coisas estão para ser resolvidas”, augura o empresário, que, neste momento, tem em armazém enormes quantidades de cimento normal e cola que não os consegue colocar no Moxico.

A CIMANGOLA, em Benguela, produz cimento cola e ensaca o normal, que recebe a granel. Tem uma capacidade instalada de 50 mil sacos/mês com possibilidade de expansão. Fontes deste jornal sustentam que empresas como a Carrinho, que tem já construído um ramal para facilitar a transportação, baixaram consideravelmente o movimento de cargas.

“Tinha três composições quase que mensalmente, levando os produtos para o leste, hoje, não faz nenhuma, por conta da subida dos fretes. Está muito caro”, admite a fonte, sob anonimato.

Conforme levantamento feito por este jornal, a subida de preços terá deixado, igualmente, em stock enormes quantidades de cimento na CIMENFORT.

Os responsáveis escusam-se de abordar o assunto publicamente, por via da imprensa, mas fontes ligadas à empresa confidenciaram ao OPAÍS que esse quadro pode levar a desencadear um processo de despedimento devido ao baixo rendimento da empresa.

Entretanto, a LAR contraria esta tese, assegurando que essa empresa, como cliente tem transportado a produção para a província do Moxico.

Ar nega aumento «exponencial» alegado por empresas

Contactada, a Área Comercial da Lobito Atlantic Railway-SA considera falsas e sem fundamento as alegações de empresas como a CIMANGOLA e garante estar a trabalhar com vários produtores nacionais.

Sob anonimato, um alto funcionário daquela área admitiu, num contacto telefónico com este jornal, ter havido, sim, uma revisão dos preços e os praticados actualmente – que não os revela – ficam muito abaixo dos 3 milhões de kwanzas alegados. “Nós estamos a trabalhar com a CIMENT FORT, estamos a trabalhar com a Sonangol e outros clientes nacionais.

Então essa informação é falsa”, considera a fonte. Acrescenta que “quem quer trabalhar tem que vir falar connosco e não é falar de preços muitos altos”. De acordo com a fonte, Ermos Cruz, da CIMANGOLA, não é cliente da LAR, daí não entender a razão de ele ter afirmado que houve uma subida exponencial de preços.

Questionado se não terá havido aumento dos fretes e se mantinham os 380 mil kwanzas por um contentor de mercadorias de 20 pés, ele responde: “Também não é por aí. Esse preço é um preço já desde 2010”, realça, sinalizando que as tarifas têm sido actualizadas tendo em conta vários factores, apontando, de entre outros, a subida de combustível e o aumento da inflação.

“Houve uma actualização de preços, mas não é como se está a especular. Fica muito abaixo dos 3 milhões. Prova é que estamos a trabalhar com clientes nacionais, que têm indústrias e clientes individuais. DoHuambo,Bié,entre outros”, assegura, solicitando para não ser identificado nessa matéria.

POR:Constantino Eduardo, em Benguela

Recomendado Para Si

Jardins da Yoba prevê colher 1.500 toneladas de trigo no Cunene

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

A empresa especializada no estudo e melhoramento de sementes de cereais e hortícolas, Jardins da Yoba, prevê colher cerca de...

Grupo Naval reforça compromisso com desenvolvimento da produção nacional na Agritech Show Luanda

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

O Grupo Naval participou na primeira edição da Agritech Show Luanda 2026, na Fazenda da Quiminha, município do Cabri, na...

Virgínia Epalanga entra no agronegócio com investimento de mais de 14 hectares no Bengo‎

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

‎Empresária aposta na produção de verduras e legumes como parte da estratégia de diversificação e expansão dos seus negócios em...

Tranquilidade Seguros reforça bancassurance do Access Bank Angola

por Jornal OPaís
6 de Outubro, 2026

A Tranquilidade Seguros e o Access Bank Angola formalizaram, esta Segunda-feira, 5 de Outubro, na sede do banco, uma parceria...

Carregar Mais

Edições Digitais

Mais Populares

    Siga OPAÍS no WhatsApp

    Recomendado Para Si

    Economia

    Jardins da Yoba prevê colher 1.500 toneladas de trigo no Cunene

    por Jornal OPaís
    6 de Outubro, 2026

    A empresa especializada no estudo e melhoramento de sementes de cereais e hortícolas, Jardins da Yoba, prevê colher cerca de...

    Ler maisDetails
    Economia

    Grupo Naval reforça compromisso com desenvolvimento da produção nacional na Agritech Show Luanda

    por Jornal OPaís
    6 de Outubro, 2026

    O Grupo Naval participou na primeira edição da Agritech Show Luanda 2026, na Fazenda da Quiminha, município do Cabri, na...

    Ler maisDetails
    Economia

    Virgínia Epalanga entra no agronegócio com investimento de mais de 14 hectares no Bengo‎

    por Jornal OPaís
    6 de Outubro, 2026

    ‎Empresária aposta na produção de verduras e legumes como parte da estratégia de diversificação e expansão dos seus negócios em...

    Ler maisDetails
    Economia

    Tranquilidade Seguros reforça bancassurance do Access Bank Angola

    por Jornal OPaís
    6 de Outubro, 2026

    A Tranquilidade Seguros e o Access Bank Angola formalizaram, esta Segunda-feira, 5 de Outubro, na sede do banco, uma parceria...

    Ler maisDetails
    Carregar Mais
    Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

    Para Sí

    • Radio Maís
    • Media Nova
    • Negócios Em Exame
    • Chiola
    • Agência Media Nova
    • Contacto

    Categorias

    • Política
    • Economia
    • Sociedade
    • Cultura
    • Desporto
    • Mundo
    • Publicações
    • Vídeos

    Condições

    • Política de Privacidade
    • Política de Cookies
    • Termos & Condições

    @ Grupo Media Nova | Socijornal

    Sem Resultados
    Ver Todos Resultados
    • Política
    • Economia
    • Sociedade
    • Cultura
    • Mundo
    • Desporto
    • Mais
      • Publicações
      • Opinião
      • Entrevista
      • Editorial
      • Vídeos
      • Saúde
      • África
      • Ciência e Tecnologia
      • Cronica de Dani Costa
      • Justiça
      • Reportagem

    © 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

    Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.