Nossa Seguros BFA SB Expo_Huambo FIB BANCO BAI STANDARD-BANK
Sáb, 3 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

É de hoje…Pequenas coisas que mancham

Dani Costapor Dani Costa
7 de Fevereiro, 2023
Em Opinião

Na véspera de mais um início da liga dos campeões africanos, competição que agrega as melhores equipas dos campeonatos internos do continente africano, assim como aqueles que se guindam noutras posições cimeiras, Angola recebeu uma delegação da Confederação Africana de Futebol para averiguar as condições do estádio 11 de Novembro.

Erguido inicialmente para albergar um dos grupos do Campeonato Africano de Futebol, que Angola organizou em 2010, isto é, há sensivelmente 13 anos, havia a possibilidade de nos próximos dias a infraestrutura ser veta- da por não possuir condições propícias para a prática da modalidade.

Tido em África como um dos mais ricos países, não se descurando o facto de ser um dos maiores produtores de petróleo do continente, com inúmeros desafios pela frente, Angola vai dando sinais infelizes de até não estar à altura de infra-estruturas que nunca deveriam ser um problema.

Num primeiro momento, mesmo que custe, se falou da inexistência de condições até mesmo nos balneários, uma situação que não deixou de ser constrangedora, por- que surgiram, posteriormente, ameaças do órgão reitor da modalidade no continente africano de que os jogos da selecção nacional sénior de futebol pudessem ser trans- feridos para um outro país.

Lembro-me de, na altura, ter havido uma indignação perante tais factos, o que fez com que num determinado momento se tivesse resolvido pontualmente este imbróglio que não deixa de ser vergonhoso. Isso se tivermos em conta o tempo de vida dos estádios construídos pelo Executivo, há pouco mais de 13 anos, e a degradação acentuada que se vai observando.

Depois dos balneários, há poucos dias surgiu a situação do relvado do estádio 11 de Novembro, que à semelhança dos demais existentes noutros pontos do país, também apresentam uma imagem calamitosa que em nada dignifica o bom nome do país e muito menos daqueles que têm responsabilidades no sector do desporto.

E hoje somos escrutinados por uma equipa de inspectores, provenientes da Confederação Africana de Futebol, por causa de um problema que se se tivesse genica e muita gente em altura de dirigir as infra-estruturas construídas há mais de uma década nunca seriam problemas. Felizmente, as conclusões apresentadas pelos inspectores permitemque as selecções de Angola e as principais equipas, como o Petro de Luanda, que estará engajado na principal prova de clubes do continente, possam efectuar as suas partidas nesta catedral. Porém, um dos inspectores fez questão de garantir que não se trata de uma aprovação definitiva, uma vez que ainda existirão lacunas que devem ser supridas com alguma urgência.

No caso do 11 de Novembro, o que se disse é que não havia água para a relva. O Chiazi em Cabinda é uma autêntica múmia e a Tundavala, na Huíla, vai resistindo aos poucos, mas diferente do Ombaka, em Benguela, que também tenta dar o ar da sua graça.

Estando praticamente notada a ineficiência de determinados gestores, não faz sentido que o Estado ainda chame a si a gestão de todos os estádios, assim como de outras infra-estruturas erguidas no país para servir o sector do desporto. É preciso alterar a fórmula, para que estas pequenas coisas não manchem regularmente a imagem das autoridades do país.

Recomendado Para Si

É de hoje… A verdade sobre a Estrada 230

por Dani Costa
29 de Setembro, 2026

Foi na véspera da viagem ao Cuanza Sul que um dos nossos colegas me visitou no escritório para falar sobre...

Pontual: E se pensarmos em legalizar a ‘micha’?

por Jorge Fernandes
28 de Setembro, 2026

Aumenta a quantidade de jovens envolvidos na intermediação de serviços de compra e venda. Há diversos serviços, como de documentos,...

Editorial: Momento de afirmação

por Jornal OPaís
28 de Setembro, 2026

Angola saiu do jugo colonial no dia 11 de Novembro de 1975. Perante África e o mundo, o primeiro Presidente...

É de hoje… As novas ‘Cinderelas’ da política angolana

por Dani Costa
25 de Setembro, 2026

Eram formidáveis os encontros que haviam dos principais grupos da sociedade civil nas fases anteriores e posteriores ao conflito armado....

O mundo em anarquia: a voz de Angola no último baluarte do multilateralismo

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

O discurso do Presidente João Lourenço na 81ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, profe rido a 22 de Setembro de 2026,...

Gestão sem planeamento: por quanto tempo uma empresa consegue sobreviver?

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

No artigo da semana passada, chamámos a atenção para uma ideia que consideramos funda mental: uma empresa não cresce apenas...

Carregar Mais

Edições Digitais

Mais Populares

    Siga OPAÍS no WhatsApp

    Recomendado Para Si

    Opinião

    É de hoje… A verdade sobre a Estrada 230

    por Dani Costa
    29 de Setembro, 2026

    Foi na véspera da viagem ao Cuanza Sul que um dos nossos colegas me visitou no escritório para falar sobre...

    Ler maisDetails
    Opinião

    Pontual: E se pensarmos em legalizar a ‘micha’?

    por Jorge Fernandes
    28 de Setembro, 2026

    Aumenta a quantidade de jovens envolvidos na intermediação de serviços de compra e venda. Há diversos serviços, como de documentos,...

    Ler maisDetails
    Editorial

    Editorial: Momento de afirmação

    por Jornal OPaís
    28 de Setembro, 2026

    Angola saiu do jugo colonial no dia 11 de Novembro de 1975. Perante África e o mundo, o primeiro Presidente...

    Ler maisDetails
    Opinião

    É de hoje… As novas ‘Cinderelas’ da política angolana

    por Dani Costa
    25 de Setembro, 2026

    Eram formidáveis os encontros que haviam dos principais grupos da sociedade civil nas fases anteriores e posteriores ao conflito armado....

    Ler maisDetails
    Opinião

    O mundo em anarquia: a voz de Angola no último baluarte do multilateralismo

    por Jornal OPaís
    24 de Setembro, 2026

    O discurso do Presidente João Lourenço na 81ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, profe rido a 22 de Setembro de 2026,...

    Ler maisDetails
    Opinião

    Gestão sem planeamento: por quanto tempo uma empresa consegue sobreviver?

    por Jornal OPaís
    24 de Setembro, 2026

    No artigo da semana passada, chamámos a atenção para uma ideia que consideramos funda mental: uma empresa não cresce apenas...

    Ler maisDetails
    Carregar Mais
    Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

    Para Sí

    • Radio Maís
    • Media Nova
    • Negócios Em Exame
    • Chiola
    • Agência Media Nova
    • Contacto

    Categorias

    • Política
    • Economia
    • Sociedade
    • Cultura
    • Desporto
    • Mundo
    • Publicações
    • Vídeos

    Condições

    • Política de Privacidade
    • Política de Cookies
    • Termos & Condições

    @ Grupo Media Nova | Socijornal

    Sem Resultados
    Ver Todos Resultados
    • Política
    • Economia
    • Sociedade
    • Cultura
    • Mundo
    • Desporto
    • Mais
      • Publicações
      • Opinião
      • Entrevista
      • Editorial
      • Vídeos
      • Saúde
      • África
      • Ciência e Tecnologia
      • Cronica de Dani Costa
      • Justiça
      • Reportagem

    © 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

    Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.